domingo, 2 de julho de 2017

ALENTEJO e OUTROS LUGARES


É verdade! 

Já chegamos a meio do ano de 2017 

Costumo fazer uma retrospectiva dos meses que passaram 

e foram de tal forma tão intensos 

que tenho que dividir o semestre ao meio 

e assim faço aqui referência 

apenas ao primeiro trimestre deste ano...

Logo a 17 de Janeiro, em pleno Inverno, 

o Professor de Fotografia levou-nos até à praia do Rosário 

para termos uma aula de exterior 

e o dia estava tão lindo, embora frio, 

que captei o Sol a despedir-se, desta forma...




um casal de apaixonados foi, bem agasalhado, 

fazer um passeio junto ao rio...




Já tinha combinado com uma colega da fotografia 

um passeio, para dia 18 de Janeiro,

embora a meteorologia avisasse 

que as temperaturas iam estar muito baixas, 

mas...estava planeado já há algum tempo 

e não desistimos, lá fomos para a zona de Belém, 

em Lisboa, pois eu queria muito visitar 

o Jardim Botânico Tropical, 

cuja entrada é no Largo dos Jerónimos.

Prezo muito estar em contacto com a Natureza!






entrada do "Jardim Oriental" 

com referência a Macau




tinha que estar bem agasalhada, pois o frio cortava, 

ali junto ao rio, na zona de Belém




Com Janeiro terminado, logo a 18 de Fevereiro, 

faço uma escapadinha ao ALENTEJO - a BEJA




e, não podia deixar de comer 

um delicioso ensopado de borrego, 

mesmo à alentejana




A 4 de Março aconteceu o passeio do Grupo 

dos "Fans da Fotografia" a ÉVORA, 

chovia, mas também havia umas abertas 

e lá andamos a visitar alguns lugares 

desta bela cidade alentejana




como a "Capela dos Ossos"




para nos despedirmos do Sol, 

fomos até ao alto de Arraiolos, 

visitar o seu Castelo

Lá vai o Grupo... subindo a encosta!




Entretanto o dia ficou lindo 

e captei belas vistas lá do alto...





Na escapadinha de 18 de Fevereiro 

fiquei alojada no "Monte Chalaça"

a única hóspede, em pleno Inverno!



O pãozinho quente dentro do saco de pão de tecido

panquecas feitas no momento, só para mim

e, sobre a mesa a chave da minha "Suite Poente"




Um lugar que recomendo!

E, assim mostro um pouquinho dos meus passeios, 

nos primeiros três meses do ano!



11 comentários:

  1. INFELIZMENTE É VERDADE

    eu já tinha reparado na minha visita em Janeiro/2017,

    mas o DN traz esta notícia, no dia 02 DE ABRIL DE 2017

    http://www.dn.pt/artes/interior/jardim-botanico-tropical-ao-abandono-5765680.html

    O Jardim Botânico Tropical, em Lisboa,
    com mais de 600 espécies de flora originárias de vários continentes espalhadas por cinco hectares,
    encontra-se visivelmente degradado por falta de manutenção,
    problema reconhecido pelos responsáveis pela sua gestão.

    A agência Lusa visitou em março o jardim,
    situado no Largo dos Jerónimos,
    e deparou-se com um cenário de abandono
    em que os lagos existentes ou estão sujos com águas verdes e paradas
    ou não têm sequer água,
    enquanto a vegetação selvagem cresce livremente
    e os edifícios, do século XVII-XVIII, estão na sua maioria ao abandono.

    UMA TRISTE REALIDADE

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  2. A Lusa explorou o jardim
    e logo à entrada deparou-se com um lago,
    cujas águas turvas mal deixam ver os nenúfares,
    e a vegetação selvagem nas suas 'margens'
    esconde aquilo que um leigo poderá chamar de palmeiras pequenas,
    mas são na realidade Cycas, Dioon e Encephalartos,
    espécies da Era Mesozóica,
    que se encontram ameaçadas de extinção
    e estão protegidas por convenções internacionais.

    O jardim foi palco da Exposição do Mundo Português em 1940,
    que deu origem a várias infraestruturas ainda hoje existentes
    mas a precisar de obras,
    como a Casa Colonial onde funciona a direção,
    o antigo Restaurante Colonial
    - que José Sousa Dias indicou estar a pensar concessionar a privados
    - ou a Casa do Jardineiro destinada a atividades educativas e culturais.

    NUMA DAS MINHAS FOTOS
    pode-se ver uma destas CASAS com PINTURAS LINDÍSSIMAS
    (penso ser a CASA COLONIAL...)

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  3. As duas estufas laterais, mais pequenas, uma de chá e outra de café,
    foram recuperadas graças ao mecenas RUI NABEIRO.

    Também o Jardim Oriental
    já viveu melhores dias
    expondo à entrada um arco que é uma réplica do Pagode da Barra,
    o mais antigo de Macau,
    construída por ocasião da Exposição do Mundo Português.

    NESTE POST mostro precisamente esse arco
    RÉPLICA DO PAGODE DA BARRA
    o mais antigo de MACAU

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  4. O espaço, que tem como modelo os jardins orientais,
    tem agora desníveis que não estão tratados,
    pontes de madeira a necessitar de manutenção
    e cursos de água secos,
    salvando-se as diferentes espécies de bambu, palmeiras, fruteiras
    e chazeiros que conseguem ainda transmitir alguma beleza.

    Segundo José Sousa Dias,
    a recuperação dos lagos faz parte das "prioridades e medidas urgentes",
    bem como o reforço da equipa de jardinagem permanente,
    mantendo alguns serviços exteriores complementares.

    O responsável reconhece que esses serviços não se realizaram em 2016
    porque "as três empresas que ficaram melhor posicionadas
    no concurso público acabaram todas por desistir".

    Considerado como tendo "a flora dos trópicos" num espaço único,
    o jardim foi criado em 1906
    para formar especialistas e técnicos em agricultura colonial,
    tendo sido transferido em 1912 para Belém, local onde se encontra até hoje.

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  5. Em 2007 foi classificado como Monumento Nacional
    e desde 2015 integra a Universidade de Lisboa,
    sendo atualmente gerido em conjunto com o Museu de História Natural e da Ciência
    e o Jardim Botânico de Lisboa.

    No ano passado, o JBT teve cerca de 112 mil visitantes,
    um número que tem aumentado nos últimos anos,
    tendo passado de 68 241 em 2014,
    para 88 143 em 2015
    e 111 917 em 2016.

    Apesar de o dinheiro da bilheteira (dois euros por bilhete)
    ser uma mais-valia,
    José Sousa Dias lembra que o Orçamento de Estado ainda tem de cobrir
    cerca de "20% das despesas de funcionamento,
    assim como todos os custos com recursos humanos
    e com o investimento na recuperação das infraestruturas".

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  6. DURANTE A MINHA VISITA
    VI MAIS TURISTAS ESTRANGEIROS DO QUE PORTUGUESES

    Durante a visita,
    a Lusa encontrou um casal de turistas britânico
    que estava "encantado com as árvores e ambiente bucólico",
    mas reconheceu que a falta de manutenção era visível.

    "Pagámos bilhete e só não ficámos mais chateados porque não foi muito caro.

    Mas o jardim precisa de muita atenção",
    avançou antes de se despedir com um "save our gardens".

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  7. É quase questão para dizer: tomaste o pequeno-almoço em Lisboa, foste almoçar a Évora, lanchar a Arraiolos e jantar em Beja. Muito explícito e informativo o teu post, como já é habitual em ti. Gostas - e ainda bem - de complementar as excelentes fotografias com toda uma informação a vários níveis, desde a gastronomia ao património. Já muitas vezes me servi das tuas informações e vou continuar a fazê-lo. Obrigado.

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  8. Dois bonitos passeios. Gostei de ver.
    Um abraço e bom domingo

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  9. Gosto mesmo do prazer que tira destes seus passeios. As fotografias elucidam-me bem...
    Uma boa semana.
    Beijos.

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  10. Gostei imenso desta retrospectiva, passando por lugares lindos... que proporcionaram imagens maravilhosas!
    Grata pela partilha, Tulipa!
    Beijinho! Boa semana!
    Ana

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  11. Amiga Graça Pires
    é mesmo verdade, deve dar para perceber
    o prazer que tiro destes meus passeios.
    As fotografias documentam ...por onde andei
    Beijinhos

    Amiga Ana Freire
    Que bom saber que gostou desta retrospectiva,
    pois é, vou tentando passar por lugares lindos...
    Partilharei sempre.
    Beijinho! Boa semana!

    e, em breve farei referência
    ao segundo trimestre deste ano...

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